Este eixo convida a refletir sobre metodologias na comunicação organizacional a partir das epistemologias do Sul, que propõem uma ecologia de saberes que desafia a hegemonia epistemológica moderna, colonial e eurocêntrica, baseada na denúncia das ausências, na documentação das emergências e no diálogo intercultural (Santos & Meneses, 2014). Em diálogo com os trabalhos sobre sentipensar (Fals Borda, 1978; ver também Escobar, 2014; Sandoval-Forero, 2021), interculturalidade crítica (Walsh, 2010) e decolonialidade (Lugones, 2018), este eixo convida a repensar as estratégias e os desenhos metodológicos, bem como o papel das pessoas pesquisadoras e daquelas que participam da pesquisa, assim como as relações entre elas.